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Separador :: CANAL 180

No âmbito da disciplina de oficina multimédia, o nosso último projecto foi criar uma animação em flash, com o objectivo da mesma funcionar como um separador para o novo “CANAL 180”. Após algumas experiências, eu e a minha colega de grupo Ana Santos, iniciamos realização do trabalho, e o resultado final foi o seguinte:

 

Após termos finalizado este projecto, concluímos que o resultado não havia sido satisfatório, todas as cores faziam com que o trabalho ficasse totalmente fora do contexto, e assim sendo decidimos eliminar o plano de cor, ao qual surgiu este:

 

Este também não foi satisfatório, e assim sendo decidimos que a melhor opção seria tirar toda aquela quantidade de cor, porém deixar alguma, assim sendo, colorimos as bolinhas com as cores do canal, e deixamos o plano branco, que na minha opinião opinião cria um equilíbrio bastante agradável.

 

E este foi o resultado final. Depois de terminado o projecto, apercebemos-nos que este não se relacionava em nada com o tema do canal que é música, e como tal criamos mais uma animação, esta já menos trabalhosa, mas penso que o resultado final ficou engraçado.

 

NOTA: AO EXPORTAR ALGUNS VIDEOS, ALTEROU-SE A RESOLUÇÃO E A QUALIDADE, NÃO SENDO ESTA A CORRECTA DOS MESMOS.
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Alan Sailer

Alan Sailer, com 55 anos, diz-nos que o seu estúdio fica na garagem de casa, e é um lugar extremamente desarrumado.
“Explodir esses objetos faz muito lixo. Eu gasto o mesmo tempo para limpar e para fotografar.” afirma.
O seu trabalho consiste em fotografias de vários objectos como bolas de Natal, vegetais, entre outros, no momento em que uma bala passa por eles. Sailer usa uma pistola de ar comprimido para disparar, e fotografa com uma máquina criada especialmente para este trabalho. Alan Sailer usa flash sincronizado com laser, e com a velocidade do obturador extremamente baixa. Alan fotografa o momento exacto em que a bala passa pelo objecto. Ao longo de 3 anos, Alan já fotografou milhares de objectos neste contexto, desde vegetais, frutas, maquilhagem, etc. O fotografo afirma também que o seu trabalho pode-se tornar um pouco perigoso.
“Uso sempre óculos e protectores. Até hoje, só me magoei com estilhaços de vidro.”
Sailer afirma que o facto de usar armas de ar comprimido deve-se ao facto de que as armas verdadeiras o iriam deixar nervoso, e além disso, disparar balas verdadeiras na garagem de casa era ilegal e ainda mais perigoso.
“Se eu usasse algo mais poderoso, poderia disparar em objetos maiores. Mas eu não gosto de disparar, só estou atrás de uma boa foto.”

Ivan Lovatt

Ivan Lovatt nasceu no Kenya, passou a sua infância na África, Inglaterra, País de Gales e Alemanha, e actualmente vive em “GoldCoast, Hinterland”. É escultor profissional há mais de seis anos e o seu trabalho consiste em fazer retratos espantosos, em vários tipos de materiais, porém o que vou falar hoje  são as suas esculturas em arame. O seu trabalho consiste em torcer uns fios de arame, e criar esculturas com base em retratos de pessoas famosas. Cada escultura é feita por camadas, contorcer e formar as malhas com os materiais, o resultado final é surpreendente. Inicialmente, Lovatt trabalhava com troncos e madeira de demolição, onde esculturou pássaros e animais selvagens. Os seus trabalhos claramente mostram o seu dom, e a sua versatilidade. Uma série de retratos de famosos transformados em esculturas mostram claramente a sua alta habilidade, e o seu cuidado com o pormenor. O mais entusiasma o escultor é transformar um fio tão simples, numa escultura assim. Ivan Lovatt mostra grande paixão e interesse pelo seu trabalho, o que torna as suas obras ainda mais interessantes.

O escultor já recebeu vários prémios de publicidade, e em 2004 ganhou  o Festival Swell People’s Choice, com a representação de uma ave que não voa “Running Bird Walking”. Além dos prémios o escultural teve também grande cobertura da media.

http://www.ivanlovatt.com/portraits-in-wire.html

 

Simples, Artístico e Bonito

Erwin Wurm – A Casa Mais Estreita do Mundo

Erwin Wurm é um artista austríaco, nasceu em 1954, em Bruck an der Mur, Áustria. Atualmente vive e trabalha em Viena e em Limburg.
Desde 1980, desenvolveu uma série contínua de “One Minute Sculptures”, em que ele coloca a si mesmo, ou aos seus modelos em relações estranhas e inesperadas com objetos do cotidiano, levando o espectador a questionar a verdadeira definição de escultura. Ele pretende usar o caminho mais curto para a criação de uma escultura, claro e rápido. Wurm não é um escultor que molda argila, pedra, metais ou madeira, mas sim por desenvolver trabalhos que se assemelham a performances, fotografadas e filmadas.
Para a construção desta casa Erwin Wurm usou objectos e materiais simples, só de observar as imagens ficamos automaticamente com uma sensação de claustrofobia, vejam vocês mesmos.

ALLAN TEGER

ALLAN TEGER afirma que o seu trabalho, nomeadamente a série de fotografias “BodyScapes”, não surgiu por nenhum interesse particular pelo nu ou em fotografia de estúdio, ele diz também que esta série de fotografias trata-se da evolução do seu interesse por psicologia social. Por volta dos anos 70, Teger trabalhou como professor e orientador na Universidade da Pensilvânia e era voluntário numa clínica de combate às drogas. O seu interesse por fotografia surgiu quando recebeu a sua primeira câmara fotográfica aos 13 anos, e na faculdade Allan era o editor de fotografia do jornal e anuário. Começou a Bodyscapes em l975 e dedicou-se a tempo inteiro à arte fotográfica.

Allan diz que a ideia para este trabalho surgiu numa aula de psicologia, quando ensinava aos alunos que se pode ver algo e dar-lhe várias interpretações e podem todas estar certas. Quando pensava numa maneira de exemplificar o que dizia pela arte, surgiu-lhe na cabeça a imagem de fazer esqui num seio. Após já ter uma série de ideias, Allan começou a fotografar. Em uma, duas semanas, Allan teve o seu primeiro modelo, iniciante no mundo da arte, sem nenhum curso de fotografia, arte ou história da arte, e com a questão de que se alguém já havia alguma vez pensado na semelhança entre corpos e paisagens. Teger realizou o seu trabalho colocando brinquedos e miniaturas no corpo, fotografando sempre com a mesma exposição. Allan sabia que poderia simplesmente fazer montagens, porém, sentiu que para parecer real tinha de ser realmente verdadeira, em algum ponto. Allan Teger já ganhou vários prémios graças à sua arte e já expôs em vários lugares desde os  EUA ao Canadá.

Li Wei . Realismo Impossível

Li Wei, nasceu em 1970, em Hubey na China, e actualmente reside em Pequim. Wei mostra um trabalho quase inacreditável, é difícil de crer que alguém consegue mesmo fazer aquilo. A sua obra consiste em misturar performances artísticas e técnicas fotográficas, que cria ilusões de uma realidade por vezes perigosa. Li Wei afirma que o seu trabalho não é montagem, e explica que para a sua execução necessita de espelhos, fios de metal, andaimes, bastante coragem e determinação e o mais importante habilidades acrobáticas para conseguir aquele resultado final.

Seu trabalho é diferente de tudo o que já vi, chega mesmo a ser  assustador imaginar alguém a realizar algo assim. As várias situações, todas impossíveis, do nosso ponto de vista, o realismo bizarro. Podemos considerar que Li Wei é acrobata, ilusionista, mágico, tudo o que quisermos mas a realidade é que o seu trabalho impressiona mesmo.


ASSISTAM, VALE A PENA: http://www.thecreatorsproject.com/pt-br/creators/li-wei

“Uma imagem vale mais que mil palavras!”

Alejandro Chaskielberg

O fotógrafo argentino Alejandro Chaskielberg, nascido em Buenos Aires em 1977 e formado pelo Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais, começou a sua carreira de como foto-jornalista a trabalhar em jornais locais e revistas. Com apenas 34 anos, no ano 2008 foi convidado a participar do projecto “All Roads” da National Geographic e em 2009 foi nomeado pela revista Photo District News, como um dos 30 foto-jornalistas mais importantes do mundo. Além disso, ganhou este ano, 2011, o prémio L’Iris D’Or, dado pelo concurso Sony World Photography Awards, um dos mais prestigiados prémios de fotografia do mundo, sendo assim declarado o melhor fotógrafo do ano. A concorrência era grande, com cerca de 105 mil imagens enviadas por fotógrafos de 162 países. A categoria L’Iris D’Or é a principal do prémio anual oferecido pela Sony. O ensaio também foi premiado em “Pessoas” dentro do segmento “Fotojornalismo e Documentário”, na qual Alejandro Chaskielberg ficou em primeiro lugar. O fotógrafo arrecadou um prémio de 25 mil dólares, uma câmara Sony Digital SLR, e passa também a integrar a Academia Fotográfica Mundial, junto dos vencedores das edições anteriores, a britânica Vanessa Winship (2008), o norte-americano David Zimmerman (2009) e o italiano Tommaso Ausili (2010).

O trabalho “La Creciente”, que Chaskielberg levou ao concurso, foi a selecção de fotografias dos habitantes das ilhas do delta do rio Paraná na Argentina.  Para realizar este trabalho, Chaskielberg mudou-se para as ilhas e viveu com famílias durante dois anos, de forma a conquistar a sua confiança e a fotografar o dia-a-dia daquela comunidade.

O presidente do júri do SWPhotography Awards, Francis Hodgson, afirmou que os 12 jurados não tiveram qualquer dificuldade em escolher as imagens do argentino.

“Estas imagens cuidadosamente direccionadas contam verdades sólidas – sobre trabalho pesado, comunidade e sobrevivência económica marginal – de uma maneira esplendidamente alusiva”, afirmou.

http://www.paratyemfoco.com/programacao/encontros_entrevistas/alejandro_chaskielberg/index.php

Animação com Plasticina

Willard Wigan – MicroEscultura

Willard Wigan, nasceu em 1957 em Birmingham, Inglaterra e actualmente vive em Jersey. Em Julho de 2007, Wigan foi honrado por Sua Alteza o Príncipe de Gales com um MBE (Membro da Ordem do Império Britânico) pelos seus serviços à arte. Fascinado pela nano tecnologia, faz micro esculturas dentro de buracos de agulhas ou em cabeças de pregos, realizando as menores obras do mundo.
Começou a fazer esculturas com 5 anos de idade a partir daí, foi melhorando e diminuindo-as. As peças, minúsculas, só se tornam visíveis com microscópios, aparelhos que o artista também usa para criar as suas obras. A escultura pode ser tão pequena quanto 0,005mm. Os materiais que mais se destacam nas suas criações são os fios de nylon, teias de aranha, pedaços de ouro e grãos de areia. As suas obras demoram em média 8 semanas para serem terminadas.
O seu trabalho é tão minucioso que as suas exposições obrigam os museus a adoptarem microscópios para cada uma de suas peças. Se assim não fosse, os visitantes corriam o risco de não conseguir observar as esculturas.
As suas esculturas podem ser compradas directamente no site de Wigan, porém o seu preço não é em nada relacionado com o tamanho das suas obras, sendo que os seus trabalhos são personalizados, limitados e únicos, pois a arte de Willard Wigan é única.

Recentemente uma galeria de arte em Birmingham, no centro da Inglaterra, pôs em exibição uma escultura microscópica de criador Willard Wigan, que representava o príncipe William e de Kate Middleton, casados recentemente. Wigan disse que utilizou a própria pestana para fazer a pintura.

“Um casamento real não acontece todo dia e eu queria prestar o menor, o maior tributo aos noivos”, disse o artista, Willard Wigan.

“O maior desafio foi pintar o casal em proporção correta em relação ao outro, refletindo as diferenças de altura.”